A EM Através da História
Robert I. Grossman (1945-presente)
Na sequência da utilização por Young da RMN no estudo da EM, o próximo grande passo dado neste campo foi efectuado em 1986 por Robert Grossman, um radiologista a trabalhar em Filadélfia, EUA. Grossman descobriu que quando utilizava o meio de contraste gadolínio-DPTA, algumas lesões na RMN contrastavam enquanto que outras não(18).
Grossman reconheceu que o contraste com gadolínio identificava a ruptura da barreira hemato-encefálica, indicando áreas de inflamação.
A RMN contrastada com gadolínio pode portanto ser utilizada para identificar lesões novas e activas de EM, permitindo pela primeira vez, uma monitorização objectiva da actividade da doença a nível do SNC. Este facto é muito importante pois permite acompanhar a evolução da doença, sendo por outro lado um método rápido e objectivo de avaliar a eficácia de novas modalidades de tratamento.


