Tenho lido alguns artigos que mencionam o facto de os adoçantes serem prejudiciais à saúde afectando o sistema nervoso central. Durante algum tempo fui consumidora de canderel entre outros adoçantes mas agora tenho medo de os usar. Pergunto: até que ponto podem ser mais prejudiciais a portadores de E.M. do que a qualquer outra pessoa?
ola!! também desconheço qq relaçao entre a esclerose multipla e o consumo de adoçantes.... Porém, tenho lido que o consumo de aspartame (um edulcorante sintético, utilizado em inumeros produtos alimentares na substituição do açucar, em especial produtos magros, diet e light) pode ser responsável por vários problemas como dores de cabeça, dormência, fadiga, palpitações cardíacas, tonturas, espasmos musculares, irritabilidade, ansiedade, vertigens, urticária, cegueira, taquicardia, zumbido nos ouvidos, depressão, perda de audição, fala arrastada, perda do paladar, insónia, etc.
Li também que o aspartame pode incentivar o aparecimento de algumas doenças como: tumores no cérebro e outros; esclerose múltipla; epilepsia; fibromialgia; doença de Graves; síndrome da fadiga crônica; doença de Epstein Barr; doença de Parkinson; mal de Alzheimer; diabete; linfoma; defeitos no feto; lupus sistêmico.
Mas claro k n pretendo alarmar ninguem, até pq n posso comprovar a veracidade destas informações.... Além do mais, isto provavelmente verifica-se com um consumo abusivo do aspartame. Mas tambem é verdade que sem nos darmos conta, estamos sempre a ingeri-lo: nas pastilhas elasticas, iogurtes, sumos e refrigerantes, gelados, etc.
Pelo sim pelo não, eu deixei de consumir qq produto que contenha aspartme e, acreditem, não são pucos!!!!
Se é verdade ou não o que dizem sobre o aspartame, cá em casa a minha filha está proibida de comprar adoçantes com essa composição. O que realmente mto. dificil, pois quase todos têem aspartame na sua composição. Não penso que provoque EM, o que penso é que pode criar sintomas semelhantes aos da EM, induzindo por isso em erro. Mas porque alguma razão o aspartame é proibido nos EUA
Ainda sobre este tema permito-me traduzir "livremente" a posição da Sociedade de Esclerose Múltipla dos Estados Unidos da América e que pode ser consultada na respectiva página electrónica:
"Informações que circulam afirmando que o aspartame é a causa de uma variedade de doenças, incluindo Esclerose Múltipla, Lúpus, Alzheimer, Parkinson, nascimentos defeituosos, síndroma da tempestade do deserto, tumores no cérebro, etc. devem ser enquadradas da seguinte forma:
- As informações não são documentadas. - Não há nenhuma evidência para "epidemias" de Esclerose Múltipla, lúpus, e de algumas outras doenças.. _ Não há nenhuma evidência que os autores das informações têm credenciais científicas, médicas, ou académicas; nem há toda a evidência que fizeram qualquer pesquisa científica para suportar suas reivindicações. - Nenhuma pesquisa científica publicada suporta as reivindicações que estão sendo feitas nessas informações.
Os sintomas da Esclerose Múltipla vêm e vão, com frequência aleatória. Assim, é às vezes demasiado fácil supor que algo coincidente no alimento que uma pessoa tenha comido esteja relacionado com o início dos sintomas ou o fim dos sintomas.
Os estudos cientificamente controlados são de grande importância para provarem que uma droga é verdadeiramente benéfica ou que uma substância é verdadeiramente prejudicial."
Não pretendo com isto negar ou apoiar os maleficios ou beneficios do Aspartame.
E já agora gostaria de saber qual a fonte que permite afirmar que o Aspartame é proibído nos Estados Unidos, pois por muito que procure na página Electrónica da FDA dos Estados Unidos (o INFARMED lá do sitio) não encontro essa proibição.
Mas acredito que o erro seja meu, pois não creio que quem quer que seja coloque neste Fórum informações não confirmadas de forma tão perentória.
Em complemento do que afirmei anteriormente alerto, contudo, para que ninguém que sofra de uma doença chamada fenilcetonúria tome aspartane.
A Fenilcetonúria é uma doença hereditária e que se caracteriza pela falta de uma enzima em maiores ou menores porporções, impedindo que o organismo metabolize e elimine o aminoácido fenilalanina. Este, em excesso no sangue é toxico, atacando principalmente o cérebro e causando deficiência mental.