Li na revista Sábado, em entrevista ao novo director do jornal oficial do Vaticano, Giovanni Maria Vian, que o mesmo é viúvo porque a sua mulher, Marguerita Rodriguez, "faleceu em 2000. Adoeceu de Esclerose Multipla. Não tivemos filhos e, nestes casos, ficamos sempre com a dúvida... (baixa o olhar). Teriam presenciado a agonia da mãe." Pergunto: a esclerose múltipla poderá levar à morte após um surto de gravidade muito elevada e conduzir a uma debilidade progressiva e irreversível do doente até à morte, num curto ou médio espaço de tempo?
Se a EM mata ou nao , a importancia nao e grande, podemos tambem ser atropelados...cair um tijolo na cabeca.....que importa.........A vida e bela e para ser vivida,quando chegar a nosso vez, olha chegou e pronto. Beijo Otilia
Há variantes raras de EM que podem matar, é um facto. Ainda há uns anos atrás houve um jogador de futebol que morreu de EM em menos de um ano após diagnóstico. Na altura, o site da APEM divulgou um comunicado a dizer que não se tratava de EM mas de Esclerose Lateral Amiotrófica mas na imprensa surgiu sempre como sendo EM. Mas os casos mortais são muito raros devido à evolução na medicação. Como li num site estrangeiro, nunca houve melhor altura para se ter EM do que agora... É que antes do surgimento dos interferãos e do copaxone, era bem mais frequente morrer-se de EM.
boas, segundo o k o meu edico me disse, a EM nao mata, mas sim destroi-nos o juizo, isto é, o tal jogador, foi mesmo da outra variante k n é exactamente EM, e ha mais casos disso, essa mata, a nossa felizmente n, mas mio-nos ao maximo....
Obrigado pelas vossas palavras de apoio e explicação. Na realidade vão ao encontro do que eu pensava. Um dia destes deixa de ser um problema e surgirá a cura! Um abraço