Viajar de avião (fonte: SPEM)
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01 - 07.11.2006, 17:33 Informação muito útil... um agradecimento muito sincero à SPEM, por ter respondido de forma tão pronta à alteração das normas de seguranças nos aeroportos, e que vão/estão a afectar em particular todas as pessoas com e.m. (e não só) que têm de levar a sua medicação injectável na mão para dentro do avião. Existe um ponto algo complicado e burocrático, o facto de as pessoas terem de avisar atempadamente o INAC (???) das suas intenções de voar para o estrangeiro... normas são para serem cumpridas, veremos qual a sensibilidade da segurança dos aeroportos para estas situações. E ainda temos de pensar que muitas pessoas não têm acesso à internet, resta-nos torcer para que esta mensagem seja amplamente divulgada em outros orgãos de comunicação (alertar para que os portadores falarem com os seus médicos), pelos profissionais de saúde e fazermos nós também a divulgação possível dentro do nosso círculo de conhecidos. A SPEM divulgou a seguinte informação: `Como viajar de avião na Europa Desde o passado dia 6 de Novembro que a União Europeia impôs novas regras sobre a chamada “bagagem de cabine”. Os passageiros que viajem de e para destinos europeus (incluindo a Noruega, Islândia e Suíça), deverão colocar todos os líquidos em frascos ou tubos de 100 mililitros no máximo, apresentados num único saco de plástico transparente com o máximo de um litro (cerca de 20 centímetros por 20 centímetros). Estas regras podem ser difíceis de seguir para os doentes com Esclerose Múltipla que utilizem terapias injectáveis pelo que a SPEM contactou telefonicamente o Instituto Nacional de Aviação Civil (http://www.inac.pt/) para obter soluções às questões que se colocam. Assim, o passageiro deve enviar uma mensagem para o INAC (falsec@inac.pt) a solicitar autorização para o transporte, em bagagem de cabine, do seu medicamento. Deve indicar o nome, a data e número do voo, a descrição do produto e quantidades transportadas. Não esquecer referir um endereço para resposta. Deve ainda fazer-se acompanhar de uma declaração do médico onde este explique que o paciente está a fazer aquela medicação e fazer uma breve descrição de como o produto se apresenta (por exemplo: seringas pré-cheias de x cm3, acompanhadas por agulhas de injecção e respectivo injector automático e ainda contentor para recolha de material usado). A declaração do médico deverá ser feita em inglês para garantir o transporte de volta a partir de um aeroporto de um país de outra língua que não o português. Esta informação não despensa que contacte directamente a sua agência de viagens ou o INAC (Instituto Nacional de Aviação Civil) para eventuais esclarecimentos suplementares.´ Fonte: SPEM |
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02 - 30.03.2007, 11:12 Bolas, que trabalheira :( |
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03 - 04.04.2007, 09:20 OBRIGADA pela informação! jinhos Di |
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04 - 04.04.2007, 22:21 obrigado pela dica que desconhecia por completo. Por acaso já tinha falado com o medico da minha filha sobre o transporte da medicação porque vai viajar em junho e disse-me que não precisava de nada. ainda bem que alguem pensa em esclarecer senão era lindo no momento da partida... |
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05 - 17.04.2007, 19:06 Olá a todos. Com o intuito de fazer uma viagem de avião, perguntei à minha médica como deveria proceder, e ela pura e simplesmente deu-me um passaporte do medicamento (Betaferon) com o selo médico dela, e com a descrição do medicamento em inglês e francês, e disse-me qu era só o que eu precisarei para viajar. Agora não sei se terei que fazer mais qualquer coisa. Cumprimentos a todos. |
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06 - 17.04.2007, 21:55 Ola a todos, na semana passada viajei para Italia com passagem por Frankfurt sempre com as injecções ao meu lado, apesar de não ter tido qq problema nem me ter sido solicitada qq decl levei uma declaração do INAC (Inst Nacional de Aviação CIvil) com credenciais autorizando o transporte de medicação injectável, depois de ter preenchido este formulario www.inac.pt/... enviado por mail e com a declaração do medico em anexo. Faça uma boa viagem ! |
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07 - 23.04.2007, 13:21 Olá a todos |
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08 - 23.04.2007, 18:27 concordo plenamente com o que diz, todos os procedimentos servem apenas de segurança, para o caso das coisas correrem mal ... e apanharmos alguem menos informado ou mais "embirrento" Viajo com alguma regularidade e nunca senti qualquer dificuldade em transportar as injecções, nem me foram feitas perguntas. De qq das formas convem estarmos preparados. Desde novembro de 2006 q mta coisa mudou e se viajarmos para os EUA ou Inglaterra ai sao mais rigorosos mas tb estao mais bem informados por isso é viajar sem stresses e aproveitar ao máximo ! Tudo de bom para voces todos |
